Tem tratamento?
No mês de novembro é realizada a Campanha Nacional de Alerta ao zumbido — Novembro laranja.
O zumbido é definido como a percepção de um som nos ouvidos ou na cabeça sem que haja alguma fonte sonora externa no ambiente. Ele não é uma doença em si, na verdade é um sintoma que pode ser decorrente de inúmeros fatores, sendo eles: exposição a ruídos altos, doenças metabólicas e cardiovasculares, problemas na articulação temporomandibular, excesso de cera no ouvido, medicamentos (como antibióticos, diuréticos, quimioterápicos, e anti-inflamatórios em altas doses), doença de Ménière, neurinoma do acústico, consumo excessivo de açúcar, sal, cafeína e álcool e perda auditiva.
O zumbido pode ser percebido pelos indivíduos nos ambientes silenciosos, e, em alguns casos, em ambientes onde há muito ruído. Pode se agravar, por exemplo, após a exposição em lugares com o volume do som elevado. Os indivíduos que tem a percepção do zumbido diariamente, todo o tempo e em todos os lugares, estão propícios a piorarem significativamente a qualidade de vida, diminuindo a concentração, o sono, equilíbrio emocional e, principalmente a vida social, podendo causar ansiedade e até mesmo depressão. E então, o zumbido tem tratamento? Sim, o zumbido tem tratamento!
Hoje em dia existem vários tratamentos para o zumbido, que podem ser medicamentosos, fisioterápicos e até mesmo com o uso de AASI (aparelho de amplificação sonora individual).
O aparelho auditivo, além de amplificar os sons inaudíveis para os indivíduos que possuem perda auditiva, vai funcionar também como um gerador de som, promovendo uma terapia sonora, que tem como objetivo a estimulação auditiva por meio de enriquecimento sonoro, aliviando assim, a sensação de incomodo causado pelo zumbido.
Se você sofre com zumbido, procure um profissional capacitado e agende uma avaliação. O fonoaudiólogo e o otorrinolaringologista são os profissionais que avaliam e tratam esse sintoma.
Fonte: Laura Botolini Emer – Fonoaudióloga – CRFa 7-10221 – (54) 99634-5639



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