Informações e dúvidas frequentes
Pacientes com câncer do sangue, por serem submetidos a diversos tratamentos (como cirurgias, quimioterapia e radioterapia) que podem apresentar alguns efeitos colaterais, como dor, fadiga, diminuição da capacidade física e indisposição, fazer atividade física funciona como um excelente remédio.
Qual a importância da atividade física?
Além de dar mais disposição para o paciente, ela auxilia no controle da ansiedade, melhora o humor e diminui o estresse. Perder peso, aumentar a massa e a força muscular, melhorar a postura e a flexibilidade são outros benefícios de se fazer atividade física. A disposição mental também fica melhor, e tudo isso junto, contribui demais para uma boa qualidade de vida do paciente.
Quais cuidados devem ser tomados?
Atividade física é qualquer movimento corporal produzido pela musculatura que resulte num gasto de energia acima do nível de repouso. Exemplos de atividade física: caminhar para se deslocar de um lugar a outro, passear com o cachorro, subir escadas, lavar o carro, brincar com os filhos, dançar, cuidar do jardim, entre outros. Também é importante considerar o gosto pessoal de cada um, pois realizar uma atividade que não apenas contribua para manter a capacidade física mas também proporcione prazer ao paciente melhora muito a qualidade de vida nessa etapa do tratamento.
Primeiramente, o médico precisa liberar o paciente para a realização da atividade física, pois cada câncer tem suas características próprias e só o onco-hematologista de cada pessoa pode avaliar o quanto essa prática pode auxiliar ou não. Depois de liberados, os exercícios precisam ser orientados por um profissional da saúde, e com o objetivo único de manter a capacidade física e amenizar alguns efeitos do tratamento. Nesse momento não deve ser feito nada que vise à perda de peso ou ao ganho de massa muscular. Vale lembrar que, se o paciente não tinha uma rotina de atividade física antes do tratamento, deve iniciar de forma bem leve e gradual, enquanto aqueles que já faziam exercícios precisam reduzir o ritmo, respeitando o momento.
Mas quais os exercícios permitidos e os proibidos?
– Atividades aeróbicas leves (como caminhada);
– Alongamentos e relaxamentos;
– Fortalecimento leve e supervisionado (exercícios com peso ou pilates);
– Exercícios objetivo de man¬ter a força muscular e a capacidade física.
Os proibidos são exatamente os que vão contra esse foco de manutenção, como os de muito impacto e os de alta performance.
E quanto às atividades do dia a dia?
O ideal é que durante o tratamento o paciente consiga manter todas essas atividades simples do dia a dia, como lavar a louça, passear com o cachorro etc. Melhor evitar apenas aquelas que envolvam carregar muito peso ou que causem grande exaustão. Ter equilíbrio é a melhor alternativa, mantendo sua rotina o mais normal possível, mas sempre respeitando os seus limites.
Fonte:
Hematoclin
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