Minha mais antiga lembrança de uma ânsia espiritual é de quando eu tinha cinco anos. Em uma tarde ensolarada, quando tive a certeza de que tinha uma missão a cumprir na vida. Sabia que devia cumprir uma missão. Era preciso descobrir qual.
Fui a muitos lugares em busca de respostas, fui à igreja, a templos, cultos, centros. Li todos os livros de esoterismo e religião que pude. Estudei a fundo as grandes religiões do presente e do passado e seus princípios. Eu queria saber quem eu era, de onde vinha e para onde iria. E, principalmente, qual o propósito da minha vida neste mundo. Fiz cursos bíblicos, assisti a palestras, conferências e práticas espirituais de todo tipo.
No fundo, invejava a maioria das pessoas, que pareciam muito satisfeitas com as respostas que encontraram. Iam à missa ou ao culto e estavam muito tranquilas e satisfeitas com isso. Eu queria mais e isso não me satisfazia. Eu queria experimentar a realidade do mundo espiritual. Acalmar a inquietação que trazia no meu peito.
Sempre em busca de respostas, fiquei deslumbrado com a astrologia e o mundo que ela me apresentava. Eu tinha 15 anos e comecei com um livro simples, com tabelas que permitiam calcular um mapa simplificado. Fiz meu primeiro mapa dessa forma. Tive tudo para não aprender astrologia: morava no interior, não tinha um professor ou escola de astrologia ao meu alcance, nem a mínima ideia do caminho a tomar.
Minha paixão pela astrologia me levou a superar obstáculos e fazer sacrifícios. Passei a comprar livros, a estudar e a fazer mapas. Sempre disposto a aprender, a ouvir e seguir em frente. Eu devorava livros e revistas sobre o tema e guardava todo o dinheiro que ganhava para comprar mais. A astrologia foi porta de entrada para um novo mundo, para outros conhecimentos que surgiram para mim: ufologia, esoterismo, quiromancia, tarô, magia, radiestesia, religiões antigas, wicca, meditação ou zen budismo.
Aprender astrologia é fascinante, mas nada se compara a poder usá-la como uma ferramenta para a vida humana. Ver no mapa astral o potencial das pessoas, o plano de voo que o grande arquiteto do universo traçou para cada um, ajudá-los a usar seu potencial de forma mais ampla e a entender mais a origem de tantos conflitos. Mas nada me alegra tanto e me dá tanta satisfação como instruir as pessoas a descobrir sua missão. O tempo que fiquei afastado da astrologia foram os anos mais tristes da minha vida.
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Fonte: Régis Caanabarro – Numerólogo profissional e astrólogo
www.regiscaanabarro.com.br – Telefone: (54) 99128-1812

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