“Homens atingidos pela calvície masculina ou alopécia androgenética, tem sua auto estima afetada, mas com a intervenção adequada o quadro pode ser controlado”
A calvície se caracteriza pelo afinamento dos fios, que acontece gradativamente com o aparecimento cada vez maior do couro cabeludo. A testosterona local sofre a ação de uma enzima chamada 5 alfa redutase que transforma em diidrotestosterona (DHT), e é esse DHT que ataca o folículo piloso, enfraquecendo a cada ciclo do cabelo.
Muitos homens iniciam com os primeiros sinais muito cedo, logo após a puberdade, demonstrando a herança genética fortemente. Além disso, hábitos de vida, outras doenças podem servir como disruptores da calvície ou como agravantes.
Ela não tem cura, mas com tratamentos adequados podemos diminuir a progressão. Os recursos clássicos como a fototerapia, geoterapia e aromaterapia unidos a produtos tópicos e orais, produzem ótimos resultados, além de técnicas como microagulhamento e MMP.
A situação pode ser agravada pela demora de tratamento e uso de recursos caseiros ou automedicação, pois não é uma receita de bolo, cada indivíduo tem necessidades diferentes e específicas. O aumento de área careca e cicatrizada também é um limitante dos resultados, podendo só o transplante capilar ser o recurso.
Uma avaliação bem feita, com exames clínicos e do couro cabeludo, faz toda a diferença, além de um profissional habilitado na área da tricologia e terapia capilar, pois saberá guiar o paciente da melhor maneira.

Fonte: Michele Pedro
Tricologista e terapeuta capilar, técnica em microscopia em luz polarizada pela Sitri, associada à Sociedade Italiana de Tricologia, associada à Associação Brasileira de Tricologia Multidisciplinar.
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