Bem-estar

O reiki e os relacionamentos amorosos

5 de novembro de 2021

Eu sei que a maioria de vocês não me conhece, tão pouco a minha história. Então, peço licença para darmos um passo a mais nesta relação. Exatamente. Estreitamos um laço energético, desde o momento em que você leu o título deste texto. Então, sigamos nesta sinergia, a fim de tecermos alguns raciocínios sobre relacionamentos.

Escolhi este tema porque o mês de novembro é especial para mim, por existirem alguns fatos relevantes para a minha história, entre eles, o meu aniversário de casamento.

Foi no dia 04 de novembro, há alguns anos, em que colocamos nossas alianças, em uma Igreja singela, mas um lugar de energia mágica, com suas histórias entalhadas em arte Barroca original, preservadas em suas paredes, desde 1760. Mas não pensem que houve pompas, música especial, vestido planejado, sequer convidado. Foram exatas seis pessoas, contando comigo e o meu esposo. Foi tudo simbólico.

Foi num cenário de emoções puras, aflorando em cada um de nós, que nos olhamos e juramos cuidar um do outro, por todas as nossas vidas. E foi, também, sob as palavras de bênçãos proferidas pelo meu padrasto, com as lágrimas emocionadas das nossas duas mães e do meu cunhado querido (in memorian), que saímos da pequena Igreja Santo Antônio da Patrulha, em Florianópolis, casados, realizados e felizes.

Vocês devem estar se perguntando o que isso tem a ver com o Reiki? Vamos lá.

Por muitos e muitos anos, eu busquei esconder as minhas carências afetivas de inúmeras formas, tantas que nem consigo lembrar. Entre elas, mergulhando em empregos que exigiam de mim uma vasta carga horária. Desse modo, eu não teria que ir para casa e ficar comigo mesma. Festas e mais festas. “Amigos” que eu mal poderia lembrar de todos, me assegurando de que sempre teria alguma programação com algum deles, para que eu estivesse sempre acompanhada. Relacionamentos frustrados, com entregas genuínas, mas respostas vazias. De ambos os lados. Tentativas de encontrar no outro, o que eu precisava encontrar em mim.

É aí que entra o Reiki. Num papel imprescindível, que me mostrou a pura realidade. A verdade que eu fugi uma vida toda. Eu precisaria emergir de um oceano de fugas e mergulhar em águas mais claras, olhando para o único canal transmissor de respostas reais: a minha essência.

A partir do Reiki, comecei a reunir as peças do meu próprio quebra-cabeças. Fui compreendendo as origens das minhas emoções, tantos as boas quanto as ruins. Fui conseguindo limpar meus arquivos secretos, até mesmo aqueles mais subconscientes e me reorganizando para, aí sim, conseguir me relacionar verdadeiramente com alguém.

Não há, definitivamente, como existir uma troca sincera, cumplicidade, companheirismo e todo romantismo que todos nós sonhamos, mesmo que nunca sejamos capazes de admitir que sim, enquanto não soubermos amar integralmente a nós mesmos.

É necessário curar nossas dores, liberar nossas âncoras, retirarmos as nossas máscaras, a ponto de não precisarmos esconder sentimentos, pensamentos, opiniões e, ao mesmo tempo, conseguirmos manter a leveza e a ternura, mesmo diante das incompatibilidades.

Romantismo isso? Só existe em filmes? Se você pensa assim, definitivamente, está precisando de um Reiki Terapêutico. Eu era a pessoa que pensava dessa forma. E zombava, cheia de dúvidas (e uma pontinha de inveja), de quem jurava que vivia um amor desse jeito. Pois bem, eu o vivencio, há 11 anos. Mas, antes, precisei ir muito fundo e trazer de volta a minha essência.

O Reiki tem esta propriedade, de nos libertar das dores emocionais, até mesmo as mais profundas, nos trazendo de volta à serenidade, leveza, autoconhecimento e domínio das nossas emoções, nos tornando aptos a vivermos o amor que merecemos.

Fonte: Gabriele Lima
Psicoterapeuta holística
Mestre de Reiki | CRTH-BR 10603
(54) 99706-8562