Bem-estar

Pilates e as Mulheres: um caso de amor

11 de setembro de 2019

Sou daquelas pessoas que passou a vida sem praticar esporte algum. Pelo menos não por muito tempo. E não é que não tenha tentado! Na infância, até me dei bem, por um tempo, com a natação. Mas não queria competir, então parei. Depois tentei o vôlei, mas além do medo da bola, a falta de habilidade fazia minhas companheiras perderem a paciência e a vontade de jogar comigo. Era sempre a última a ser escolhida para os times, ou aquela que sobrava. No Ensino Médio, me restaram as caminhadas durante a Educação Física escolar. Também tentei a musculação, mas só aguentei um mês, isto porque já estava pago. Nem com a esteira conseguia me adaptar, ficava tonta. Comecei e abandonei o Step, o Jump e o Combat. Virei oficialmente uma sedentária.

Até que um dia, com o surgimento das primeiros problemas na coluna e dores musculares, o médico me orientou a prática de Pilates. Disse que seria bom, inclusive, no controle da ansiedade. E lá fui eu, confesso que um pouco cética. Comecei com duas vezes na semana e logo após o primeiro mês aumentei para três vezes! Ah, você achou que eu tinha desistido?! Muito pelo contrário. Fui totalmente fisgada pela Contrologia – que é o nome original desse método criado pelo enfermeiro Joseph Pilates (1883-1967). O Pilates é, há cerca de três anos, meu caso de amor. Quando chega o dia da aula, amanheço mais feliz e saio da aula mais leve.

Estou exagerando?! Se você pensou isso, ouça outras colegas “pilateiras” que concordam plenamente comigo, como a dona Cacilda Manfoi, de 69 anos e que pratica há cinco. Ela me contou que, antes de começar, não conseguia nem pentear mais o cabelo sozinha, muito menos estender a roupa no varal e outras tarefas simples do dia a dia. Hoje, não falta ao Pilates por nada e consegue trabalhar em casa o dia todo, com “zero” dores. Zero! E aí, o que ela faz? Declara seu amor aos quatro ventos, espalhando a notícia de que a vida das amigas também pode ser melhor com Pilates!
Está vendo?! Mulher é assim mesmo: quando uma coisa é boa, se ela empenha em espalhar a notícia. Mulher quer o melhor para os seus chegados. Ela quer dividir o que lhe faz bem. A mulher é cuidadosa, procura o bem-estar da família em primeiro lugar. É claro que há mulheres que se adaptam bem a outros tipos de exercícios, que curtem malhar, por exemplo. Mas se você já tentou e desistiu, como eu, dê uma chance para o Pilates!

O Pilates é para aquelas pessoas que gostam de fazer as coisas om calma, mais concentradas, dando mais importância ao acertar o movimento do que na quantidade de repetições. Preocupa-se mais em respirar direito do que em “suar bicas”. E que buscam um exercício que se adapte exatamente ao seu perfil e necessidade física. Por isso, dona Vilma Martinelli, há quatro anos se tornou uma “pilateira” e, hoje, aos 91 anos, conta para todo mundo como sua saúde e condição física melhorou, depois disso: “Não era boa a minha saúde, eu era muito parada, tinha dores na perna. Fazer Pilates me faz sentir bem”.

Odete, aos 62 anos, começou a praticar há apenas cinco meses e já sente a diferença. Ela sente muito mais disposição e ânimo para as atividades do dia a dia. Uma disposição que retroalimenta a vontade de continuar a atividade física. Para ela, Pilates é saúde.

Já Dania, aos 57 anos, tem a saúde da coluna e dos joelhos comprometida por osteartroses e hérnia lombar. Mesmo assim, segue no Pilates há cinco anos. Ela conta que o exercício faz bem para o seu corpo e sua mente. “O Pilates é completo”. Com ele, a Dania alcançou mais mobilidade, controle das dores e uma gratidão imensa por esse método.

E você, vai dar uma chance para o Pilates te conquistar?
(Dica: ligue, hoje mesmo, para um estúdio de Pilates e agende uma aula experimental).

Fonte: Fabíola Frosi – aluna do Espaço Pilates