Longe de mim causar polêmicas! Apesar de que só o fato de tocar neste assunto, bandeiras erguem-se instantaneamente. Esquerdas e Direitas, novamente!
Posso até imaginar narizes torcidos e olhos correndo logo para o final deste texto, para saber quem é essa pessoa que ousa levantar um tema tão importante, justamente num Jornal direcionado à saúde.
Se vocês chegaram até aqui, provavelmente queiram saber a minha opinião.
Antes de mais nada, confesso que pouco ouvi, pouco li, pouco absorvi sobre o assunto, desde que tudo isso começou. Não por ignorância, mas por opção. Por estilo de vida. Assim como não assisto a telejornais há mais de cinco anos.
Então que parâmetros tenho para opinar sobre a questão?
As minhas métricas não são números, mas baseadas em princípios e valores morais.
Vacine-se quem achar que deve e o contrário também. Sinceramente, cada um com a sua escolha. Pois ainda não inventaram uma vacina para resolver um problema que está matando muito mais do que o vírus.
Todos os finais de semana, quando passo por um determinado Posto de Gasolina, no Centro da nossa cidade, vejo inúmeras mesas lotadas de pessoas “imunes” ao vírus. Não, não são apenas jovens, taxados como inconsequentes, mas, muito mais, adultos. Pela aparência daquelas pessoas, devem ter idades aproximadas da minha – que tenho 48 anos.
Levando em conta que a longevidade está propiciando com que tenhamos pais e avós idosos ainda vivos, fico pensando se a empatia, a amorosidade, o amor ao próximo, estão assim tão fora de moda, que estas pessoas não fazem mais uso destes valores.
Quem sou eu para julgar, não é mesmo?
Sou uma pessoa que tive uma perda familiar para este vírus. Ele foi fazer um tratamento no hospital, foi infectado e nunca mais voltou. Ele estava em “home office”, não frequentava festas, não participava de aglomerações.
Triste demais para esquecermos, mas, especialmente, para nos encher de coragem para erguermos a nossa bandeira!
A bandeira do bom senso. É a isso que estou me referindo.
Estamos sendo mortos, avassaladoramente, minuto a minuto, pela falta de empatia, pela síndrome do “umbiguismo”, onde “só o meu mundo” importa.
Enquanto a grande Mídia, faz muito bem feito o seu papel, desviando atenção dos já distraídos, para questões que fogem completamente à nossa alçada, como a eficácia das vacinas, por exemplo, outros “vírus” muito mais letais entram silenciosamente em nossas casas, levando nossos familiares e as pessoas que amamos.
Mas a única coisa que parece importar, é o posicionamento contra ou a favor, em relação a assuntos que serão resolvidos com ou sem as nossas reles opiniões.
Fonte:
Gabriele Lima
Terapeuta de Reiki
Palestrante

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